Meu professor de matemática pediu que eu arrumasse uma calculadora para fazer os exercícios da faculdade. Tem algum programa que emule uma calculadora para PC? – Pergunta originalmente postada no Quora e que replico aqui.
Professores irão me odiar!
Olha, normalmente os professores pedem calculadoras científicas que tenham funções básicas, tipo seno, cosseno, tangente, exponenciação e mais algumas outras funções.
Há vários emuladores que podem resolver o paranauê e existem várias opções.
Se for um curso de Engenharia, talvez seja interessante considerar um emulador de calculadora mais porreta, e nessa linha eu sugiro o emulador da HP Prime Graphing Calculator, cujo print segue abaixo:
Imagem da HP Prime Graphing Calculator
Na verdade esse é um computador dedicado a fazer cálculos que inclusive é programável em Python.
O emulador dessa calculadora pode ser encontrado no site da HpCalc.org, cujo link para download da versão para PC segue abaixo:
Nota: Esse tipo de calculadora é complexa e precisa ler o manual para conseguir usar todas suas funcionalidades.
Caso queira algo mais simples, acesse o site HPCalc.org. Nesse site, você pode encontrar diversos emuladores das calculadoras da linha HP (alguns bem básicos) e centenas de programas e jogos para a linha de calculadoras HP.
Bônus:
Tem outro site, dividido em duas páginas que um serve para calcular a derivada e outro que serve para calcular a integral, cujos links seguem abaixo:
Esse site em particular é uma mão na roda porque ele desmembra a resolução dos cálculos passo à passo, inclusive indicando quais regras se aplicam a cada caso.
Nessas páginas web, preste atenção às abas de configuração das integrais e derivadas, que possui vários exemplos e opções de configuração:
Responder essa, parece que estão querendo colocar os programadores em um patamar superior. SQN. Programadores precisam se dedicar muito nessa profissão.
A profissão de programador, como um todo, demanda que o profissional seja capaz de desmembrar tarefas complexas em passos menores e facilmente executáveis, utilizando uma linguagem extremamente precisa e que não admite erros.
Programas simples como solicitar que um led acenda ao abrirmos uma porta, demandam uma série de instruções que precisam estar ordenadas na sequência correta e devem ser sintática e semanticamente corretas.
Exemplificando, para o Arduino, um programa desses que acende ou apaga um led a partir do monitoramento de um sensor, seria mais ou menos assim:
#include <Arduino.h>
int ledPortaAberta=8;
int ledPortaFechada=10;
int sensorPorta=6;
#define DESLIGADO LOW
#define LIGADO HIGH
void setup(){
pinMode(ledPortaAberta, OUTPUT);
pinMode(ledPortaFechada, OUTPUT);
pinMode(sensorPorta, INPUT);
Serial.begin(9600);
}
void loop(){
if (digitalRead(sensorPorta)==LIGADO){
digitalWrite(ledPortaAberta, DESLIGADO);
digitalWrite(ledPortaFechada, LIGADO);
Serial.println("Porta fechada");
}
else {
digitalWrite(ledPortaAberta, LIGADO);
digitalWrite(ledPortaFechada, DESLIGADO);
Serial.println("Porta aberta");
}
delay(1);
}
Conforme dito, o programa não deve ter nenhum erro sintático, caso contrário ele não ele não irá compilar e muito menos será possível gerar o código executável abaixo:
Ainda assim, não basta saber escrever o programa, colocar os comandos na sequência correta, seguir todas regras da linguagem, saber compilar, gerar esse código hexadecimal e até entender cada um dos comandos hexa acima.
O programa também tem que ser semanticamente correto.
A semântica, o sentido das palavras bem como a interpretação das sentenças e dos enunciados utilizados nessa linguagem acima devem refletir exatamente o que foi solicitado em linguagem natural, “quando uma porta se abre, um led se acende e quanto a mesma porta se fecha, o led tem que apagar”.
O trabalho do programador é converter um requisito em linguagem natural para a linguagem formal.
Esse trabalho de fazer a conversão e garantir que a semântica de ambas linguagens estejam alinhadas é onde está a arte e o desafio que programadores enfrentam todos os dias.
Dá para aprender, mas eu diria que poucos são metódicos o suficiente para tal.
É uma questão de perfil, nada mais.
Resposta originalmente postada no Quora em 29/maio/2020 e fonte da foto do teclado: https://www.cybercentralcorp.com/blog/
Resposta originalmente postada no Quora, por Renato de Pìerri em 28/07/2019
Personagens Clássicos
Por que contamos histórias? A motivação de contarmos histórias, segundo Carl Jung, pode ser explicada a partir da noção do inconsciente coletivo. Trata-se de um conhecimento nato que podemos passar a vida inteira sem nunca o notarmos.
Dentro desse inconsciente coletivo há temas universais e personagens que se manifestam em nossa cultura na forma de histórias e estão presentes na literatura, música, arte, filme e jogos.
O inconsciente coletivo do Jung é a base de nossa conexão a certos tipos de personagens universais e esses personagens são utilizados em toda a área do entretenimento para aumentar a conexão entre a audiência e a história.
Herói:
O herói é o personagem central em um jogo single player. Ao criar um personagem herói, tenha em mente que esse herói será o avatar do jogador e o jogador deve se identificar e gostar desse personagem. Ao herói sempre é apresentado um problema no início do jogo e ele entra em uma jornada, física ou emocional, a fim de resolver o desafio. O herói executa a maioria das ações e assume a maioria dos riscos e responsabilidades. Luke Skywalker é um tipo clássico de personagem herói
O sombra é um personagem extremamente importante. Ele representa o oposto do herói, é o vilão da história. Trata-se do responsável por todos os problemas do herói. Dependendo do jogo, esse personagem fica escondido até chegar ao climax da história e nada impede que o shadow seja o lado negro do herói. Darth Vader, por exemplo.
O mentor orienta o heroi dentro da trama da história (ou jogo). Provê informações para o herói, faz a função de conselheiro e pode orientar pois tem experiência prévia. Obi Wan Kenobi e Yoda são exemplos de mentores. Ah! O mentor também pode dar orientações furadas e colocar o herói em apuros.
O aliado é um personagem que ajuda na evolução do heroi durante a jornada e pode ajudá-lo em tarefas difíceis de se executar sozinho. Han Solo e Chewbacca do Star Wars são exemplos de aliados.
Guardião:
O guardião está lá para “atrapalhar” o progresso do herói se valendo de todas as artimanhas que forem necessárias, até que o herói prove seu valor e o guardião o libere. Podemos considerar um guardião clássico a Esfinge que guarda os portões de Tebas na peça grega Édipo. A Esfinge (guardiã) testa o Édipo (herói), propondo uma charada. Édipo a responde corretamente e consegue entrar em Tebas continuando sua jornada, caso contrário seria devorado.
Trickster (trambiqueiro):
O trambiqueiro é um personagem neutro que está lá para enganar. Pode causar um dano severo por conta de suas pegadinhas, interrompendo a evolução do personagem ou podem ser um personagem cômico para suavizar a trama da história. C3PO E R2D2 são exemplos de personagens trickster e podem assumir a posição de co-adjuvante do heroi ou até assumir o papel de sombra.
Herald (mensageiro):
O mensageiro serve para facilitar a mudança de rumo (ou de level) na história e fornecer orientação. Um exemplo de personagem ‘herald’ seria a princesa Leia que pede por ajuda e acaba motivando Luke Skywalker a seguir sua jornada.
Protagonista:
Dentro dos arquétipos de Carl Jung, o primeiro deles é o protagonista, que pode se confundir com o arquétipo do herói. Trata-se do personagem principal. Jogos single-player são centrados nesse personagem e a história do jogo é contada a partir do ponto de vista do dese personagem, mesmo que o jogo não seja em primeira pessoa. Gordon Freeman em Half-Live, por exemplo.
Uma das funções do protagonista é levar a história adiante, agir antes de reagir e fazer as coisas acontecerem. O protagonista pode até perder o controle por conta de um ataque, mas ele sempre recupera o controle da situação. Lara Croft (Tomb Raider) e Ezio Auditore da Firenze (Assasin’s Creed II) são protagonistas.
Outro ponto importante no protagonista é que ele tenha falhas como qualquer humano, aproximando-o de sua audiência e gerando empatia. As falhas podem ser na forma física como uma paralisia, ser feio, ter culpa por um crime cometido no passado ou ser como o Super Homem que não aguenta nem uma Kriptonita.
Antagonista:
É o contrário do herói. É o vilão do jogo. Do ponto de vista do Jung seria o arquétipo do sombra, porém nem sempre o antagonista é malvado. O pró e o antagonista podem simplesmente ter pontos de vista diferentes como liberal x conservador, privado x público ou mesmo estilo de vida diferentes entre um e outro.
Caso protagonista e antagonista tenham um mesmo objetivo em uma história, eles podem se aliar, o que é chamado de união de opostos, dado que a resolução de um determinado conflito é mais importante no momento.
Co-Protagonista:
Co-Protagonista une forças com o protagonista na história. Muitas vezes esses personagens aparecem em games multiplayer massivos (MMOs) que precisam de times. Esse tipo de personagem pode iniciar no jogo como antagonista, mas no decorrer do game se tornam co-protagonistas a partir de um determinado evento ou embate.
Fonte:
NOVAK, Jeannie. GAME DEVELOPMENT ESSENTIALS: AN INTRODUCTION. 3. ed. United States: Delmar Cenage Learning, 2012. 514 p. ISBN 13: 978-1-111-30765-3.
Se você instalou o Maven para Rodar com o Windows e está tentando usar o Oracle JDeveloper ou alguma outra IDE da Oracle e as coisas não estão funcionando muito bem, talvez seja a hora de ajustar algumas configurações no seu Windows.
Baixe o Maven do site da Apache próprio para o Windows, descompacte e mova a pasta com o Maven para a pasta Arquivos de Programas ou para o diretório de sua escolha.
Em propriedades do sistema do Windows, adicione a variável de ambiente M2_HOME com o valor do caminho do Maven
Adicione a variável de ambiente M2 nas variáveis de ambiente com o valor %M2_HOME%\bin
Adicione a variável de ambiente MAVEN_OPTS com o valor -Xms256m -Xmx512m
Adicione a variável de ambiente JAVA_HOME. Ela deve apontar para o diretório raiz do JDK (o diretório do JRE não serve para nada).
Inclua %M2% na variável de ambiente Path
Inclua %JAVA_HOME%\bin na variável de ambiente Path
No prompt de comando execute mvn –version para verificar se o Maven instalou ok.
Tem
gente que tem muita dificuldade para ler e entender textos. Pense no
seu público. Dependendo da situação, um manual com figuras, sem palavras
pode ser a solução.
Há basicamente dois modos de criar um manual:
Criando o sumário (ou índice) primeiro
Faça o índice constando todos os tópicos e sub tópicos na sequência que o manual deve abordar.
Preencha cada um dos tópicos listados no índice.
Criando o sumário por último
Escreva sobre o produto da maneira que se sentir confortável, use parágrafos e sentenças pequenas, um para cada assunto.
Organize os parágrafos na sequência lógica que você entender melhor.
Agrupe os parágrafos em tópicos.
Mude o Word para o modo “Estrutura de Tópicos” (1) e configure o nível dos parágrafos na área de “Ferramentas de Estrutura de Tópicos” (2) conforme print abaixo:
Exemplo de estrutura de tópicos.
Feche o modo de exibição da estrutura de tópicos, vá para a página que você quer inserir o sumário (índice) e o insira selecionando a aba Referências (1) e clicando no ícone Sumário (2).
Exemplo de criação de índice.
Considerações ao criar manuais:
O manual deve ter capa, nome do autor nem que sejam as iniciais ou a matrícula funcional, número da versão, data da publicação e um email ou telefone para comunicar falhas.
A primeira versão do manual, mesmo revisada, sempre será uma droga. Basta divulgar para o público geral e alguém não irá entender o que foi escrito, irão achar erros e uma nova versão deverá ser liberada.
Peça para seu inimigo revisar o manual, é uma chance de estreitar laços profissionais e mitigar conflitos. Aceite as sugestões propostas.
Toda figura ou gráfico devem ser numerados e referenciados no texto. Colocou uma figura ou gráfico, o texto tem que falar claramente deles. Esses elementos gráficos não podem ser um boi voando no manual. Esses elementos gráficos devem estar localizados próximos de sua explicação escrita.
Manuais são lineares. O leitor não pode ficar trocando de páginas para entender o manual. Não fale na página 11 de um assunto abordado na página 5. Ou se junta os assuntos ou se repete o assunto.
Não use frases negativas como: não ligue, não feche, não solte e prefira frases afirmativas como: mantenha desligado, deixe aberto, assegure que esteja fixo.
Considere que alguns leitores irão entender melhor a frase “não deixe o motor da bomba ligado pois ele irá queimar, e outros leitores irão entender melhor a frase “para evitar que o motor da bomba queime, assegure que ele esteja desligado“. Em pontos importantes, coloque as duas frases.
NÃO USE LETRAS GARRAFAIS, NÃO FIQUE DESTACANDO O TEXTO COM NEGRITO E NÃO FIQUE USANDO O ITÁLICO COMO SE FOSSE PIPOCA DE CINEMA. ISSO VAI DEIXAR SEU LEITOR P*** DA VIDA. QUEM É ESSE AUTOR FOLGADO QUE FICA DANDO ORDENS IDIOTAS?
Evite usar letras em caixa alta bem como aplicar formatações em negrito e itálico constantemente. Isso polui o texto e o leitor pode fazer exatamente o contrário do que está escrito, só para desacreditar o manual. Note que acabei de colocar o texto negativo e positivo.
Ao usar siglas, para evitar confusões, sempre explique o que elas significam. Se o manual constantemente usa a frase “Guarde o Local Bem Trancado”, tudo bem associar com a sigla “GLBT”, desde que isso seja explicado na primeira vez que a sigla for utilizada como: Guarde o Local Bem Trancado (GLBT). Considere criar um dicionário de abreviações.
Coloque no rodapé o número das páginas no formato “Página 1 de 14”. Conforme figura abaixo, vá na aba “Layout” (1) do Word e use o recurso “Partes rápidas” (2). Escolha a opção “Campo” (3) e os campos “Page” e “NumPages” na janela que irá abrir.
Inserindo número da página atual e número total de páginas.
Formate a página com bordas. Isso é feito na aba “Design” (1), “Bordas de Página” (2). Configure na janela “Bordas e Sombreamento” (3) a borda da página de acordo com sua preferência.
Inserindo bordas na página.
Use
quebra de seções e quebra de páginas que fica na aba “Layout” para
organizar o texto e abuse do modo de exibição”Estrutura de Tópicos” que
fica na aba “Exibir” para organizar o documento inteiro, incluindo o
sumário.
Se a cerimônia do RTFM não funcionar, faça a cerimônia do RTFL.
Para quem não entendeu nada, é o seguinte:
Leia a p***a do manual. Se não funcionar, leia a p***a do log para depois pedir ajuda.
Segue abaixo, para ajudar, alguns exemplos de logs (não todos):
Do Linux:
/var/log/messages
Contém mensagens globais do sistema, incluindo as mensagens que foram registradas durante a inicialização do sistema. Existem várias coisas que são logadas no /var/log/messages incluindo mail, cron, daemon, kern, auth, etc.
/var/log/dmesg
Contém informações do buffer do anel do kernel. Quando o sistema é inicializado, imprime o número de mensagens na tela que exibem informações sobre os dispositivos de hardware que o kernel detecta durante o processo de inicialização. Essas mensagens estão disponíveis no buffer do anel do kernel e, sempre que a nova mensagem vem, a mensagem antiga é substituída. Você também pode ver o conteúdo deste arquivo usando o comando dmesg.
/var/log/auth.log
Contém informações de autorização do sistema, incluindo logins de usuários e mecanismo de autenticação que foram usados.
/var/log/boot.log
Contém informações que são registradas quando o sistema inicia
/var/log/daemon.log
Contém informações registradas pelos vários daemons que rodam em background no sistema
/var/log/dpkg.log
Contém informações que são registradas quando um pacote é instalado ou removido usando o comando dpkg
/var/log/kern.log
Contém informações registradas pelo kernel. Útil para você solucionar compiações personalizadas do kernel.
/var/log/lastlog
Exibe as informações de login recentes para todos os usuários. Este não é um arquivo ascii. Você deve usar o comando lastlog para visualizar o conteúdo deste arquivo.
/var/log/maillog /var/log/mail.log
Contém as informações de log do servidor de email que está sendo executado no sistema. Por exemplo, o sendmail registra informações sobre todos os itens enviados para este arquivo
/var/log/user.log
Contém informações sobre todos os logs de nível de usuário
/var/log/Xorg.x.log
Loga as mensagens do sistema X
/var/log/alternatives.log
As informações do update-alternatives são registradas neste arquivo de log. No Ubuntu, o update-alternatives mantêm um grupo de links simbólicos que determinam os comandos padrão.
/var/log/btmp
Este arquivo contém informações sobre tentativas de login com falha. Use o último comando para visualizar o arquivo wtmp. Por exemplo,“last -f /var/log/btmp | more”
/var/log/cups
Todas mensagens das impressoras e tarefas relacionadas à impressão.
/var/log/anaconda.log
Quando você instala o Linux, todas as mensagens relacionadas à instalação são armazenadas neste arquivo de log
/var/log/yum.log
Contém informações que são registradas quando um pacote está instalado usando Yum
/var/log/cron
Sempre que o cron daemon (ou anacron) inicia um trabalho cron, ele registra as informações sobre o trabalho cron neste arquivo
/var/log/secure
Contém informações relacionadas aos privilégios de autenticação e autorização. Por exemplo, o sshd registra todas as mensagens aqui, incluindo o login sem êxito.
/var/log/wtmp or /var/log/utmp
Contém registros de login. Usando wtmp você pode descobrir quem está logado no sistema. Esse comando usa esse arquivo para exibir as informações.
/var/log/faillog
Contém tentativas de login falhas do usuário. Use o comando faillog para exibir o conteúdo desse arquivo.
Alguns logs do Windows:
Local do arquivo de log
Descrição
$windows.~bt\Sources\Panther
Local do log antes da Instalação ter acesso à unidade.
$windows.~bt\Sources\Rollback
Local do log quando a Instalação for revertida devido a um erro fatal.
%WINDIR%\Panther
Local do log de ações de Instalação após a configuração do disco.
%WINDIR%\Inf\Setupapi*.log
Usado para registrar a instalação de dispositivos Plug and Play.
%WINDIR%\Memory.dmp
Local do despejo de verificações de erros na memória.
%WINDIR%\Minidump\*.dmp
Local de minidespejos de logs de verificações de erros.
%WINDIR%\System32\Sysprep\Panther
Local de logs do Sysprep.
RTFM = read the F**King manual
RTFL = read the F**King log
O CEO da Siglent, Eric Qin, é entrevistado pelo Dave do EEVBlog.
Eles abordam temas como o desenvolvimento de osciloscópios e analisadores de espectro, falam a respeito de Windows, Linux bem como do posicionamento da empresa frente o mercado internacional.
Caro leitor, como de praxe, sua visita a meu site é motivo de orgulho e satisfação. Se você precisar de ajuda para escolher, instalar ou mesmo configurar o sistema CFTV em seu condomínio, conte comigo.
Este post é um “Fact sheet” com informações reunidas na Internet a respeito das principais tecnologias, câmeras e gravadores CFTV para ajudar na escolha do equipamento.
Tecnologia aberta – preço mais em conta e interoperabilidade. O comprador não fica dependente de um único fabricante de equipamento.
Tecnologia proprietária – preço mais alto e interoperabilidade comprometida, levando muitas vezes, ao comprador ficar dependente de uma marca (vendor lock in).
O gráfico abaixo reune as resoluções de vídeo mais comuns, com a cor de cada tipo de resolução indicando a proporção entre as dimensões da tela. Por exemplo, vermelho indica uma proporção de 4:3(clique na imagem para ampliar).
Dado que o acesso indiscriminado às imagens de um condomínio pode vir a violar a privacidade dos condôminos causando constrangimentos, recomendo que o acesso às imagens bem como a implementação do acesso remoto ao sistema seja discutido em assembleia, que se estabeleça uma política a respeito do assunto e que se mantenha um registro das consultas ao sistema, tanto das realizadas localmente como das consultas remotas.
Preço:
Falar de preço desse tipo de solução é algo ingrato e o fator custo – benefício precisa ser balanceado. Trata-se de um projeto.
Nem sempre a solução mais em conta ou a mais cara são as opções mais adequadas e fatores como: tipo de câmera; adotar lente foco fixo, varifocal ou motorizada; pensar na potência da fonte; dimensionar a proteção contra curto; escolher um cabo com uma malha de maior cobertura ou usar ballum; adquirir um produto genérico ou de marca; escolher quanto tempo de gravação será armazenado; usar no-break e decidir se a fiação será embutida ou aparente, para não estender a lista, tem impacto considerável na implantação de um projeto desse tipo.
Dito isso, preciso comentar que os combos anunciados em sites de leilão sempre são incompletos por melhores que sejam. Normalmente falta monitor de vídeo, proteções individuais para as câmeras, cabos suficientes para todas câmeras, canaletas e eletrodutos e a personalização de um pedido é praticamente impossível (tem que comprar primeiro para depois negociar a personalização do pedido).
Não se trata de erro ou má fé do anunciante. Isso acontece por conta das necessidades de cada tipo de instalação. São itens que precisam ser dimensionados e adquiridos à parte, e que compõem o custo do projeto.
Enfim: O preço do gravador e câmeras é só uma parte do sistema e o valor apresentado abaixo é só para referência (Julho/2016) podendo passar para mais ou para menos principalmente se levar em conta todos os itens necessários à implantação de um projeto.
A tecnologia NVR, com capacidade para aceitar resoluções além do Full HD possui um preço mais elevado girando algo em torno de R$9000,00 a R$15000,00 só o equipamento básico para 16 canais, sem contar a instalação da infra.
A tecnologia HDCVI, um pouco mais em conta, adquirindo produtos de marca possui um preço em torno de R$5500,00 a R$8000,00, só o equipamento básico para 16 canais e sem contar a instalação de infra.
A tecnologia analógica, também para 16 câmeras e com menor definição de imagem possui preço em torno de R$3500,00.
Não está computado o valor da mão de obra.
Para refletir:
Lógico que se você colocar a câmera mais em conta, escolher a fonte mais em conta, comprar o cabo xing ling, passar o cabo coaxial com várias emendas usando fita crepe, pregar todos os cabos com fixa fio nas paredes expostas ao ar livre e ir cortando todos os custos possíveis, com certeza o sistema até pode entrar em funcionamento e com um preço muito menor do que eu falei acima. Mas lhe pergunto:
Qual será a qualidade do serviço contratado / seu serviço?
Você, como instalador, terá tranquilidade?
Você, como contratante, terá tranquilidade?
Seu cliente vai ficar satisfeito?
E se der defeito, você conseguirá prestar assistência técnica?
Como é que seu cliente verá seu trabalho?
E se outro técnico assumir o seu trabalho, o que ele irá falar de você para seu cliente?
Como sempre: correções, melhorias e sugestões sempre são bem vindas.
Certificado Digital, no meu entender é um produto que devia ser gratuito, uma vez que só serve para o empresário se identificar quando for pagar imposto. Me digam que estou errado, vou gostar.
Tava precisando renovar o certificado digital, tomei a liberdade de fazer uma pequena pesquisa de preços.
Considerando uma mesma classe de certificado digital, no caso o certificado digital A3 com 3 anos de validade e sem leitora, cheguei nos seguintes preços:
Segue o print screen da tela, para quem quiser ver:
Site da SERPRO oferecendo certificado digital com 5 anos de validade.
Conclusão:
A SERPRO, ao oferecer o certificado digital com 60 meses de validade, estou entendendo que o certificado vai me custar R$5,45 por mês, enquanto que a concorrência está cobrando em torno de R$10,12 por mês.
Vou de SERPRO mas….
Pergunta:
Por que as outras entidades certificadoras não oferecem o produto com 60 meses de validade e no preço da SERPRO?
Ultimo status:
Segue a imagem do certificado, conforme dito, 60 meses.